domingo, 8 de junho de 2008

Mesmo

15/10/2007 15h18
15 de Outubro
Hoje é um dia triste em âmbitos gerais, mas tu, Bru ajudaste me a compreender até onde posso ir, como e porque, quando o passado deve apenas fazer parte de uma maturidade e de boas vivência não deixando que ele invado suprima o presente, tornando o futuro pouco intendível, e que por mais dura que a vida me pareça sou muito mais, mas não deixo de oferecer uma prece, para a Flor mais bela que está na estrela que mais brilha na imensidão do céu....
Senhor,ensina-nos a orar sem esquecer o trabalho.
A dar sem olhar a quem.
A servir sem perguntar até quando.
A sofrer sem magoar seja a quem for.
A progredir sem perder a simplicidade.
A semear o bem sem pensar nos resultados.
A desculpar sem condições.
A marchar para a frente sem contar os obstáculos.
A ver sem malícia.
A escutar sem corromper os assuntos.
A falar sem ferir.
A compreender o próximo
sem exigir entendimento.
A respeitar os semelhantes
sem reclamar consideração.
A dar o melhor de nós,
além da execução do próprio dever
sem cobrar taxas de reconhecimento.
Senhor,fortalece em nós a paciência
para com as dificuldades dos outros,
assim como precisamos da paciência
dos outros para com as nossas próprias dificuldades.
Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo
que não desejamos para nós.
Auxilia-nos sobretudo a reconhecer
que a nossa felicidade mais alta
será invariavelmente àquela
de cumprir os desígnios,
onde e como queiras,
hoje, agora e sempre.

(Emmanuel)
Mensagem psicografada por Chico Xavier

Publicado por Carolzita em 15/10/2007 às 15h18
Carolzita
Publicado no Recanto das Letras em 19/01/2008
Código do texto: T824434

Como falamos Bom Dia quando estamos tristes???

14/10/2007 08h22
Como falamos bom dia quando estamos tristes?????
Bem, meus pés fugiram ao chão, não sei como explicar, não que culpe Deus, porque sei que a cada passagem ele tem o devido propósito, ainda não compreendi o meu, mas a dor sentida, é imensa, sabe quando vem a tua cabeça cenários, aqueles mais diversificados possíveis, que ainda aumentam drasticamente a dor, não que viva de um passado distante, mas de certeza ele contribuiu para quem e o que sou hoje, mas sinceramente acreditava ser mais forte, que assertivamente era um ponto de equilíbrio de carácter decisório, mas não, vi me a querer estar deita em forma de conchinha, como se voltasse a posição fetal, em busca de protecção, acolhimento, uma volta esdrúxula, descabida de alguém covarde, com medo da perda, não consigo ainda respeitar as situações deste carácter, somente peço a Deus que nos de força, serenidade, paciência, resignação, e meu caminho de volta, sabe a única coisa que move me são meus filhos, minha mãe, alguém que "conheci", meu titi bodi, meus irmãos e sobrinhos, não que não goste e valorize as outras pessoas mas estas nunca deixaram me qualquer que fosse o momento e ou instância da vida, de resto nada prende me, mas se souber que estão bem de facto meus medos dissipam se, mas assim não, consomem me... Mãe precisava tanto de ti, mas não posso estar assim sendo que tenho para com vcs uma responsabilidade de equilíbrio que fugiu me completamente, Porque as pessoas que amam estão a ficar apenas na saudade, não sei, ontem pensei que não aguentava, opinião que ainda perpetua minha mente, Peço desculpas a Deus por este momento de fraqueza, de egoísmo, onde apetece me deprimir, enclausurar, fora da anormalidade segundo qualquer vertente psicológica, esta instabilidade emocional também faz me crescer, mas como sabemos a mudança trás o crescimento, e este por sua vez a dor, por vezes sorrateira, em outras de uma maneira imensurável....

Publicado por Carolzita em 14/10/2007 às 08h22
Carolzita
Publicado no Recanto das Letras em 19/01/2008
Código do texto: T824440

sábado, 7 de junho de 2008

Uma carta....

Não sabia como começar esta "conversa", sempre que tento afastar, parece que dá-me o pouquinho que tanto quero e não sei o fazer. Acredito que não tenho as tuas certezas e segurança, esta forma de estar tranquila, onde o perder não é uma situação que faz diferença, pelo menos nisto para ti. Já comecei a escrever tantas vezes e de repente chega uma mensagem tão carinhosa, como se estivesse aqui.
Não tem culpados, eu é que sou "peluche" e tu não, gosto de estar "grudadinha", mas tu apenas vive os momentos, são estes pormenores que nos diferenciam, que também sabe bem porque o teu diferente que me fez gostar de ti, se eu realmente sentisse de ti o mesmo que sinto por ti, se calhar minha maneira "boba" de ver seria mais madura, bem mas isto são feelings.
A distância é algo que se não ajudamos, passa a ser interveniente, Mas por outro lado também sei que nada é impossível.
Por vezes mando mensagens, depois nem por isto, para dar-te espaço, com o intuito que avalie o quanto estou ou não presente na tua vida, ou melhor em parte dela. Nem nos deste a oportunidade de ir conhecendo. Arrumei tudo para ir ter contigo este fim-de-semana, mas não tive coragem, senti-me a mais, e bem a mais.
Outras vezes sem me preocupar com esta diferença, o que sinto impulsiona me a mandar te um beijinho, um miminho, algo que faça com que sinta que alguém, "euzinha", pensa em ti, algo que chamo de espontaneidade.
Fui cautelosa com meu coração, e de repente sem pensar que era algo que não contava acontecer neste momento, deixei te entrar, olha sem nem ao menos aperceber me de tal acontecimento, não porque bateste ou pediste, mas por ti, pela pessoa que encantou-me, a simplicidade, o sorriso, o jeito...
A ternura e o carinho são gestos gratuitos em que ocorre o acarinhar do corpo e da alma, e foi isto que deste me quando nos conhecemos, confirmaste tudo que esperava...
Mas a demonstração de tudo foi espontânea de ambas as partes, um certo maneira entusiasta movida por um interessa mútuo, sem sentimentalismo nem pieguice.
Mas existe o que chamamos de disponibilidade interior, aquela que nos permite olhar para o outro como se nos colocássemos no lugar dele e de estar pré disposto para...
Já te colocaste no meu lugar, quando enviaste uma mensagem a dizer que estava a trabalhar muito, estava cansado, e não tinha tempo, mesmo não sendo desculpas, como tu mesmo afirmaste... eu penso sempre e tento a minha maneira marcar meu cantinho, sempre refiro-me a ti como alguém especial, mas por vezes sinto que estou a mendigar atenção, ou que tens receio de dizer-me que simplesmente afaste-me, não sei o que pensar.
Isto apenas interfere um pouquinho na minha forma de estar, apesar de feliz, porque fora as saudades, sinto me muito bem tenho conseguido separar alguns sentimentos e valorizar outros na respectiva inteireza, escrevo te assim para desabafo, mesmo que não leias, simplesmente coloquei para fora este sentido de direcção contrária....

Para alguém, desistir é respeitar por vezes....

Tudo na vida vale a pena, desde que não queiramos aprisionar nada nem ninguém, conhecer é parte integrante da vida, como descobrir...
Encontramos de tudo, em todos os lugares, por mais peculiares que sejam, mas temos que saber a hora de entrar e sair, de chorar e sorrir, de olhar com olhos de gente que sente, que analisa, erra, mas acima de tudo reflecte depois de cometer qualquer erro ou bom passo, em virtude de um crescimento significativo.
Cada dia sinto que a aprendizagem é parte intrínseca do ser quer ele queira ou não, mas se adapta e aceita limando arestas, aprimorando bases, os acontecimentos deixam de ser tão abruptos, caso o contrário assimilação é obrigatória e por vezes dolorosa...
Assim sendo devemos pelo menos fazer por estar, por ser presença, pois muitas vezes fechamos os olhos a bons acontecimentos, mesmo que seja por uma razão ou estação.
Bjinhos

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Para Você, Mãe

Olá Mãe
Pode ter a certeza que meu coração está contigo.
Não tenha medo, nem vergonha, não fizeste nada que pusesse em causa os teus valores, sei que deste lado falar é fácil, o que qualquer outra pessoa pensa se for para colocar te mais abaixo, não ouça, agora precisa colocar tuas ideias em ordem e traçar novas metas, seguir...
As pessoas tem as razões delas, e não quero julgar ninguém, o amor não aprisiona, e nem completa, está dentro de nós, apenas despertamos por estar perto de alguém que nos seja especial, mais isto é somente "social", de resto o amor incondicional está dentro de nós...
A vida dá muitas voltas, mas não vale a pena esperar as pessoas "pagarem" pelos erros, isto não nos acrescenta, ganhar e perder muitas vezes não depende de nós, e o mais importante é o conceito que temos deste ganhar e perder... Sabe que tenho um amor por ti incondicional, respeito a tua visão da vida, as tuas escolhas, aceito te e por isto tudo amo te
sabe ...
Gostar é sentir a falta, passar a ter um complemento, nós próprios, não em carácter sine qua non.
Gostar é perder a noção do tempo, é algo espontâneo, é a descoberta do novo, é tão somente gostar sempre.
Gostar é fazer coisas que parecem insignificantes, mas que para nós fazem todo o sentido,
Gostar é estar desatento a tudo que existe, ao um mundo à nossa volta, é apoiar sempre.
Gostar é divertido, é pensar nisso a todos os momentos.
Gostar é fazer alguém feliz, sem o mínimo esforço subjacente, e é estar feliz.
Gostar é partilhar, sermos nós próprios, e alguém gostar de nós assim como somos
e na reciprocidade aceitarmos os outros como são.
Gostar é respeitar, é apreciar, é dar valor, a nossa maneira, mas em anuência com os limites....
Gostar é evoluir, é nos preencher, é tornar uma pessoa melhor a cada dia, é querer aproveitar cada minuto junto, como se não houvesse amanhã.
Gostar é não precisar de mais nada, é ter auto-estima, amor próprio,
Gostar é dar uma prenda sem razão só para fazer alguém feliz, é surpreender.
Gostar é evoluir, é ter alguém nosso íntimo, sem promessas, mas com respeito e responsabilidade.
Gostar faz todo o sentido e em todas as direcções, cada dia mais que o anterior.
Gostar é sentir, é tudo o resto parar de fazer sentido de repente para saborearmos a vida, é exibir um sorriso de orelha a orelha desde de manhã até à noite, por vezes chorar mesmo que de tristeza, pois lava a alma...
Gostar é fazer planos, planear um futuro.
Gostar é sonhar…
Gostar é viver...
Como gosto de ti....
Beijos de quem ama te
Lininha

domingo, 1 de junho de 2008

Segunda -feira

Quando nos deparamos com várias opções, seja em que área for , a atitude mais sensata é parar, dar-nos tempo e espaço para que possa decidir livremente e sem pressões. Esta fase vai passar como todas as outras....

Eurocopa 2008



Grupo A:

Suíça
República Checa
Portugal
Turquia

Jogos:

07/06/08 Suíça - República Checa
07/06/08 Portugal - Turquia
11/06/08 República Checa - Portugal
11/06/08 Suíça - Turquia
15/06/08 Suíça - Portugal
15/06/08 Turquia - República Checa

Grupo B:

Áustria
Croácia
Alemanha
Polónia

Jogos:

08/06/08 Áustria - Croácia
08/06/08 Alemanha - Polónia
12/06/08 Croácia - Alemanha
12/06/08 Áustria - Polónia
16/06/08 Polónia - Croácia
16/06/08 Áustria - Alemanha


Grupo C:

Holanda
Itália
Roménia
França

Jogos:

09/06/08 Roménia - França
09/06/08 Holanda - Itália
13/06/08 Itália - Roménia
13/06/08 Holanda - França
17/06/08 Holanda - Roménia
17/06/08 França - Itália

Grupo D:

Grécia
Suécia
Espanha
Rússia

Jogos:
10/06/08 Espanha - Rússia
10/06/08 Grécia - Suécia
14/06/08 Suécia - Espanha
14/06/08 Grécia - Rússia
18/06/08 Grécia - Espanha
18/06/08 Rússia - Suécia

Manuela Ferreira Leite, uma sagitáriana, a mulher no Poder do Partido - PSD

Salazar acabara de organizar a Exposição do Mundo Português e Paris estava há seis meses ocupada pela tropa nazi quando Manuela Ferreira Leite nasceu, a 3 de Dezembro de 1940, em Lisboa, sob o signo de Sagitário. Filha de um advogado, com duas irmãs e um irmão, fez parte dos estudos em casa. Quando rumou ao Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho foi somando boas notas - sobretudo em Matemática, a sua disciplina favorita. Diplomou-se em 1963 no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), também na capital, arrancando um 16 - a nota mais alta do curso.

Ganhou nessa época a reputação de ser exigente, meticulosa e muito bem preparada nas matérias que estudava. A fama foi-se transformando em proveito ao longo de uma carreira profissional iniciada como assistente de Finanças Públicas e Economia Política no ISCEF e no Centro de Economia e Finanças da Fundação Gulbenkian, para onde transitou recém-licenciada, em 1965.

O 25 de Abril de 1974 apanha-a de novo como professora do ISCEF. Longe da política: a militância que lhe era conhecida, até então, circunscrevia-se aos círculos cristãos. Manuela Ferreira Leite é católica convicta e não falha a missa dominical.

Um dos encontros mais decisivos da sua vida aconteceu na Gulbenkian, quando conheceu Aníbal Cavaco Silva. É ele quem a convida para o Gabinete de Estudos do Banco de Portugal (em 1977) e para chefiar o seu próprio gabinete, ao assumir as funções de ministro das Finanças do Governo de Sá Carneiro (em 1980).

A futura "Dama de Ferro" dos sociais-democratas filiou-se no PSD apenas em 1985 - o ano em que Cavaco conquistou a presidência do partido, no congresso da Figueira da Foz. Eram tempos de viragem na Rua de São Caetano à Lapa: Manuela tornou-se um dos símbolos desse período, com um perfil talhado muito à semelhança do líder, de quem nunca deixou de ser uma das personalidades mais próximas.

Foi ministra pela primeira vez com Cavaco, assumindo a pasta da Educação entre 1993 e 1995. Eram tempos difíceis, já no declínio do cavaquismo. A atitude inflexível da ministra chocava com sucessivas vagas de reivindicações estudantis. Não faltaram manifestações à porta do ministério em que Manuela surgia caricaturada em desenhos nada lisonjeiros.

A segunda experiência ministerial ocorreu durante o mandato de Durão Barroso: foi ministra de Estado e das Finanças entre 2002 e 2004. Bruxelas mandava apertar o cinto, em nome da contenção orçamental, e ela fez o que pôde até ao dia em que Durão rumou à presidência da Comissão Europeia deixando o Governo e o partido entregues a Santana Lopes. A desilusão foi tão forte que ela a princípio nem queria acreditar. Recusou colaborar com Santana e só retomou um cargo de responsabilidade no PSD quando presidiu ao Congresso, com Marques Mendes.

É administradora não-executiva do Banco Santader. E sportinguista. Tem três filhos (Nuno, João e Ana) e quatro netos - o mais novo nascido há dias, em Londres. Conduz uma carrinha BMW. Quem a conhece gaba-lhe o sentido de missão. E o sentido de humor. Esta é uma das suas facetas menos conhecidas. Mas das mais constantes.

http://dn.sapo.pt/2008/06/01/nacional/a_sagitariana_sempre_gostou_matemati.html

Euzinha a dizer disparates




Apaixonei-me
Entusiasmo
Prossecução de sonhos
Metas
Desejos
Real??
Por momentos
Creio
Certezas
não as tenho
Aprendi a demonstrar
meus sentimentos
mas mesmo tentando
não esperar reciprocidade
meu subconsciente
trabalha nisto
se calhar é o SNA
Sistema Nervoso Autonomo
nas acções antagónicas
de seus subsistemas
Mas como a vida é cíclica
Passa a parte....

Boatos

A volta dos que não foram, pois é assim que vejo as perspectivas alheias a boatos diversos.
O poeta foi galgar campos distintos na prossecução de um sonho, de uma obra, das palavras, conhecido por muitos e temido por poucos, que aspira a vertente intrínseca caracterizada pelo saber-ser, saber-fazer, saber-estar, na defesa do justo, submerso no meio envolvente fez história, e nesta caminhada construiu uma imagem, vislumbrada por uma sociedade de peso.
Se calhar alguém com sindrome de homofobia, promoveu uma reles notícia, da morte dos vivos, que continua vivinho, foi uma o que chamamos "notícia ou versão geralmente maledicente, "anónima" e sem confirmação que se divulga acerca de alguém, de um acto ou de um acontecimento. O mesmo que rumor"(nesta definição do Dicionário da Academia das Ciências).
Estou a referir-me um candidato de força no meio político, susceptível a estas mazelas linguísticas, mas o caso é que Sr Leopoldo Napoleão, ausentou-se da cidade de Uberlândia, por um período significativo, com o intuito de divulgar as obras, entrelinhas e papeis. Mas em virtude do vasto conhecimento e presença activa na sociedade Uberlandense, rumores de sua "morte" foram dissipados, com uma infinidade de cenários, como o "Homem" é criativo e por vezes vê os outros pelos próprios olhos e valores, situação sine qua non.
Mas mesmo o amor pelas pessoas sendo cego temos a amizade que é clarividente e foi de maneira estupefacta que soube de tal arrojo por parte de uma sociedade de carácter sui generis, se fosse um cidadão europeu ou inglês, era uma caso para os paparazzi, mas no Nosso peculiar Brasil é um caso de boca, de facto espalhado e comparado a uma função afim com coeficiente positivo, ou seja crescente ou até mesmo uma sucessão, ou o que chamamos progressão aritmética...
Isto é "povo" X "politicagem"